quinta-feira, 31 de março de 2011

Consequência da verdade!


Leon Tolstoi, um dos maiores escritores de todos os tempos, escreveu: “Não alcançamos a liberdade buscando a liberdade, mas sim a verdade. A liberdade não é um fim, mas uma consequência.” Ele não estava se referindo a Cristo como a verdade que liberta, mas ilustra bem que a verdade nos dá liberdade. Sozinhos, nós não conseguimos encontrar a verdade. Foi necessário que Jesus, a verdade, viesse ao nosso encontro e se revelasse.

Mas do que fomos libertados? Mesmo tendo Jesus como nosso Salvador, continuamos sendo pecadores. Será que ainda somos escravos do pecado? Pecamos por fraqueza, sim, mas através de Cristo fomos libertados da culpa pelos nossos pecados. Não somos mais escravos condenados à morte eterna, mas pela verdade fomos libertados para uma vida plena e eterna.

Você conhece a Cristo? Confia nele? Se a resposta for sim, então você conhece a verdade. Somente através de Cristo é que há liberdade, pois foi o sangue dele derramado por nós que nos trouxe paz, perdão e salvação
.
Deus quer que você viva esta liberdade. É claro que a liberdade nos traz responsabilidades. É natural na vida do cristão o amor ao próximo, pois o cristão é grato a Deus e esta gratidão se demonstra em atitudes. A liberdade que habita em nosso coração é que nos faz amar ao próximo, pois ela nos enche de paz e alegria que, naturalmente, são transmitidos às pessoas ao nosso redor. Quer viver em liberdade? Em Cristo, e só nele, isso é possível e é muito bom.


Reverendo Waldemar Garcia Júnior
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quarta-feira, 30 de março de 2011

Desafio de Shrek


O casamento religioso à fantasia em Garibaldi, RS, mostra bem o jeito alucinado da vida. Vestidos de Fiona e Shrek, o desejo dos noivos diante do altar expressa a síndrome humana “do fazer de conta” – que virou epidemia. Os padrinhos com roupas de príncipes e princesas, os pais dos noivos de reis e rainhas, as crianças com alegorias de Dragão, Burrinho, Branca de Neve, os convidados caracterizados dos contos infantis – uma cena surreal que diz tudo sobre esta sociedade de castelos de areia. Fiquei pensando na história dessa famosa animação, para dizer o seguinte: precisamos imitar o ogro Shrek, e expulsar as criaturas mágicas que invadem o nosso “pântano”.

Esta é a ameaça – a vida transformada numa aventura de desenho animado. De ficar adulto, mas ainda “brincar” de casinha, de carrinho, de vídeo game, de ganhar e perder. De fazer de conta que casamos, que temos família, que trabalhamos, que somos felizes. No imaginário de ser bem sucedido, vestir a alegoria de soberanos, alucinados na miragem de reinos e castelos. Sem dúvida, temos um desafio parecido com o do Shrek, de espantar as ilusões e viver a realidade.

Viver a realidade? Vale à pena? Ela é tão dura, exigente, cruel. Por que não levar a vida na brincadeira? Seria o caminho, se o dragão fosse apenas fábula. Ele existe e expele violentamente sobre nós suas labaredas. Podemos até aprisioná-lo atrás de máscaras e alegorias, mas um dia ele surge em inevitáveis tragédias. Por isto a advertência: “Viva alegre durante todos os anos da sua vida. Mas, mesmo que você viva muitos anos, lembre que ficará morto durante muito mais tempo. Tudo o que acontece é ilusão” (Eclesiastes 11.8).

Seria tudo ilusão se não fosse “a realidade de Cristo” (Colossenses 2.17). Que para alguns é também pura fantasia. Mas, uma certeza para aqueles que são chamados de igreja – que vem “de Deus, enfeitada e preparada, vestida como uma noiva que vai ser encontrar com o noivo”, para viver no reino celestial onde “não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor” (Apocalipse 21.1-4).

Marcos Schmidt

domingo, 27 de março de 2011

Os feitos de Deus



Muitas pessoas têm ídolos e os admiram pelos seus feitos. Jogadores de futebol são admirados pelos seus gols, pelos seus dribles, pelas suas jogadas. Músicos são admirados pelas suas músicas. No Salmo 66 todos os povos são convidados a vir e ver os grandes feitos de Deus e o louvar por isso. Todos são convidados a ver, com espanto, as coisas que Deus tem feito em favor das pessoas.

Quais são esses feitos de Deus? O Salmo 66, no versículo 6, menciona a abertura do mar, quando Israel, após um período de 430 anos de escravidão, saía do Egito e era perseguido pelo exército de Faraó. Deus abriu o mar e o povo passou em terra seca (Êx 14). O mesmo versículo também menciona a travessia do rio Jordão, quarenta anos mais tarde. Na ocasião Deus abriu as águas do rio e o povo de Israel atravessou a pé. No Salmo 66, em dois momentos é dito que Deus ouve as orações do seu povo. E, ao ouvir e atender as orações dos seus filhos, certamente Deus faz grandes coisas.


Poderíamos citar, entre os grandes feitos de Deus, a criação e a preservação do mundo, os muitos milagres mencionados na Bíblia e os muitos milagres testemunhados pelos filhos de Deus ao longo da história. Mas, sem dúvida nenhuma, o maior dos feitos de Deus ocorreu na cruz do Calvário, quando ele entregou seu único Filho para ser sacrificado em favor da humanidade. Ali Deus demonstrou o seu grande amor por toda a humanidade e o seu grande interesse em abençoar e salvar a todas as pessoas. E os benefícios desse grande feito de Deus – o perdão dos pecados e a vida eterna – são para todos os que confiam em Jesus como seu único e suficiente salvador. Amigo, venha e veja com espanto o que Deus tem feito por você!


Oremos: Senhor, obrigado por tudo que tens feito por mim, especialmente pelo teu sacrifício na cruz em meu favor. Nunca me negaste o teu amor. Por isso, quero te louvar eternamente. Em nome de Jesus. Amém.

Pastor Geraldo Walmir Schüler
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